Essa semana passei por um teste:
Vi meu inimigo com o pescoço a mostra. Jugular em evidencia, sangue pulsando.
Olhei, analisei... apreciei. Pensei, repensei.
Dei as costas e fui embora, ignorando toda sua vulnerabilidade e qualquer possibilidade de vingança com uma certeza: Deus não dá asa a cobra. Valorizo as minhas.
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